NA MÍDIA

  • 10

    JAN

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    A nova era do varejo chegou (e, se bobear, você pode ficar para trás)

    varejo está se transformando, e grandes empresas estão usando a tecnologia a favor dos negócios.

    Walmart, por exemplo, anunciou a construção de um laboratório de Inteligência do Varejo para aprimorar a experiência do cliente e otimizar os processos da companhia.

    Já a Amazon reinventou a jornada de compra por meio de um sistema inovador, com câmeras e sensores que identificam quais produtos são retirados das prateleiras, finalizando a compra do cliente automaticamente.

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    Neste novo varejo, as tradicionais compras em pontos físicos estão, aos poucos, perdendo espaço para as vendas online.

    A tendência é mobile

    Segundo o relatório Global Commerce Review, realizado pela Criteo, o celular cresce a cada dia no mercado brasileiro. De maio a junho de 2018, as vendas por dispositivo móvel chegaram a 41%. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 48% nas compras por smartphones no Brasil.

    O estudo analisa dados de navegação e compras de mais de 5 mil varejistas em cerca de 80 países e revelou que, a cada ano, a adesão às compras online vem crescendo globalmente. No Brasil, as experiências de compras pelo smartphone dobraram nos últimos três anos.

    “Mudamos a forma de comprar e contratar uma série de produtos e serviços. Até então, não olhávamos para o smartphone como um grande solucionador de problemas e experiências. Hoje, isso já acontece”, explicou Léo Xavier, presidente da Pontomobi, consultoria de estratégia para soluções em celular.

    Segundo o executivo, os consumidores buscam algo que facilite a vida deles. Assim, usam o smartphone para tudo. “Hoje, as pessoas compram desde um bolo até um sapato de grife pelo celular. Além disso, usam o smartphone para solicitar diversos serviços. As plataformas móveis revolucionaram a experiência de consumo”, disse.

    Hoje, as mulheres são as que mais compram pelo smartphone. Mais de 70% preferem a compra pelo celular, um resultado superior aos homens, que em 65% das vezes compram pelo aparelho. A tendência é que cada vez mais os consumidores usem as plataformas digitais para o dia a dia de compras, seja em supermercados, lojas de roupas, cosméticos ou até mesmo nos shoppings.

    Mais foco no consumidor

    Para o futuro, as experiências de compra serão cada vez mais focadas no consumidor, que busca práticas diversificadas e em multicanais. “A compra por voz, por exemplo, é algo que está surgindo agora. Estamos só no começo do uso dos meios móveis e digitais, que já estão com o consumidor em toda a jornada de compra”, afirmou Xavier.

    Segundo Ricardo Pastore, coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios do Varejo da ESPM, o uso dos aplicativos móveis se tornará cada vez mais comum. “O consumidor está usando o celular como canal de compra, e esse comportamento só vai crescer”, disse.

    Nesse cenário, algumas empresas estão se transformando para ganhar vantagem competitiva.

    Há 18 anos, o Magazine Luiza iniciou suas vendas pela internet e reinventou-se ao decorrer do tempo. Em dezembro deste ano, a companhia anunciou a compra da Softbox, startup que oferece soluções de tecnologia para o varejo. O objetivo da compra é ampliar o marketplace e fazer com que empresas analógicas se tornem digitais.

    Já a Netshoes apostou em uma série de iniciativas para crescer, como o uso de dados para identificar os perfis dos consumidores, parcerias com outras empresas para facilitar a navegação pelo comércio eletrônico e o lançamento de sua própria plataforma, desenhada e desenvolvida dentro da empresa.

    Força das startups

    Mas não só as tradicionais companhias estão fazendo a diferença no mercado. Diversas startups também estão usando a tecnologia para transformar o varejo.

    Amaro, que nasceu como uma “nativa digital”, mescla experiências online à jornada de compra em suas guide shops de moda. Além disso, usa análise de dados para entender o perfil das consumidoras e aprimorar a seleção de produtos e os canais de vendas.

    Já a Rappi nasceu com o propósito de entregar, com ajuda da tecnologia, qualquer coisa em poucos minutos. Hoje, a startup atua em diversos países e possui 3,6 milhões de usuários — entre eles, 800 mil no Brasil — e dois mil funcionários. A startup também tem como clientes grandes varejistas, que podem direcionar os seus produtos para centros de distribuição com robôs, que fazem a triagem de produtos e definem as melhores rotas.

    Recém-chegadas ou não, todas essas empresas têm algo em comum: não focam na tecnologia em si, mas nos problemas que podem resolver com ela.

    “As ações precisam ser voltadas para o consumidor. A necessidade do cliente é a direção correta. Hoje, a cultura dos empresários ainda é muito conservadora, e eles acabam sendo atropelados por outros que estão inovando”, afirmou Pastore.

    Fonte: https://www.startse.com/noticia/nova-economia/59169/nova-era-varejo-18-12-18

     

  • 27

    DEZ

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    Ricado Pastore na Revista ACATS – Retrospectiva 2018

  • 05

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    Globonews – Vendas pela internet no Brasil devem crescer 39% até 2022

     

  • 11

    OUT

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    Revista do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre/RS

    Ricardo Pastore comenta na Revista do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre/RS, n° 124 de Outubro 2018.

    Leia a matéria completa no link abaixo.

    Conexão-Varejo_Ricardo-Pastore

  • 15

    AGO

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    Ricardo Pastore, professor e consultor de varejo, conversou com nosso CEO, Cristhiano Faé, sobre a jornada de compras no varejo 4.0.

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