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    O Porquê de Inovações Disruptivas

    Empresas varejistas perdem e perderão mercados pela ação de novos entrantes, não pela concorrência de empresas do mesmo setor.

    As empresas varejistas combatem os seus concorrentes diariamente em uma rotina intensa que inclui pesquisa de preço, de sortimento, de exposição, fluxo de clientes entre outros. Há boas ferramentas, como aplicativos móveis, que auxiliam a busca dessas informações.

    Entretanto o risco à sobrevivência dos varejistas não reside aí, nos concorrentes que já atuam no mesmo segmento. O risco de uma empresa de supermercados não está nas ações de outro supermercadista, assim como o mesmo ocorre com redes de farmácias, de home centers, ou lojas especializadas das mais diversas áreas.

    O risco está nas empresas que ainda não foram criadas ou que se encontram no estágio de startups, pois tais empresas estão nascendo com base em novos conceitos, naturalmente alinhados ao pensamento da nova geração de consumidores.

    Por exemplo, as pessoas que optam pelo UBER na hora de escolher um transporte, não pensam em chamar um taxi, mas sim em pegar uma carona compartilhada em um carro particular. Essa é uma atitude com base em novos significados, novos sentidos que sugerem o engajamento a um causa.

    Entrar um supermercado, shopping ou qualquer tipo de loja é hoje uma tarefa desprovida de sentidos para muitos dos novos consumidores, o que provoca experiências frustrantes de consumo. Portanto, como desenvolver experiências que façam sentido aos nossos novos e futuros clientes? Talvez o caminho mais fácil seja ser um deles ou dar a eles a oportunidade de conduzir os nossos negócios. Mas sabemos que as empresas e seus dirigentes não fazem isso.

    A tecnologia vem tentando ajudar, trabalhando com dados de comportamento de compras e montado modelos analíticos capazes de prever comportamento e preferências. O resultado pode ser a personalização do atendimento, criado segundo signos que proporcionam ao varejista adotar a postura de curadoria.

    As experiências de compras dessa nova geração de millennials são conduzidas por eles mesmos! Assim, cabe ao gestor de varejo garantir os recursos – tangíveis e intangíveis – necessários para enfim, se proporcionar experiências que façam sentido.

    Ricardo Pastore, Prof. Msc.

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